Google dá início a censura de mídias contrárias ao Islã

17.03.2017 – O Google é o maior buscador desde a consolidação da internet nos anos 2000. Seu poderio, contudo, pode ser muito bem utilizado para bisbilhotar todos os usuários da rede mundial de computadores e, mais além: controlar o fluxo de informações, através do refinamento das pesquisas realizadas no buscador pelo usuário comum. Sites que denunciam os crimes perpetrados pelo islamismo agora podem ser classificados pelo buscador como sendo um exemplo de conteúdo “perturbador”, “ofensivo” ou mesmo “criminoso” – um passo bem simples para que sites de editorias conservadoras simplesmente desapareçam das buscas.

Na quinta-feira (16) a Associated Press (AP) informou que o Google começou a selecionar equipes e divisões da companhia para sinalizar todos os conteúdos que possam ser considerados “ofensivos”, excluindo toda e qualquer mídia do buscador. O objetivo, segundo a companhia, é de “melhorar a qualidade dos seus serviços de busca” e tão apenas “instruir os avaliadores de qualidade […] a sinalizar para todos os resultados da internet que contenham conteúdos perturbadores ou ofensivos da perspectiva dos usuários em sua localidade, mesmo que o resultado satisfaça a intenção do usuário”.

Segundo o portal norte-americano Search Engine Land, a nova política do Google é “totalmente falsa”, mostrando um exemplo do que seria excluído se um usuário comum pesquisasse pelo termo “Islã” no buscador. Dentre as opções de pesquisa, apareceria um artigo intitulado “Proof that Islam is Evil, Violent, and Intolerant – Straight From the Koran” publicado pelo premiado jornalista Jan Morgan, que regularmente comenta na Fox News e na CNN. O site em questão contém numerosas passagens violentas do Alcorão e do Hadith que explicitamente provam que o Islã não é uma “religião de paz”. Ainda segundo o portal, o Google pode determinar o que o usuário comum deve entender como conteúdo apto a ser lido, realizando nada mais nada menos do que uma censura implícita, excluindo mídias conservadoras e realçando as mídias que enaltecem ideologias progressistas, tais como o globalismo da Nova Ordem.

Sob as novas diretrizes do Google, essas informações seriam sinalizadas como “perturbadoras-ofensivas” e enterradas nos resultados de pesquisa do Google porque a página, em tese, existe para “promover a intolerância ou o ódio”. Na realidade, a página existe para expor o fato de que a religião do Islã é intolerante e odiosa para os não-muçulmanos, membros da comunidade LGBT e outros – um fato manifestamente provável.

Simplificando, o Google está planejando filtrar informações politicamente incorretas mesmo se elas estiverem obviamente corretas. O fato é de que o islamismo é intolerante. No mundo islâmico, vítimas de estupro são mortas ou jogadas na prisão, meninas e mulheres são vítimas de homicídios de honra, mutilação genital feminina e ataques de ácido são bem comuns, supostos adúlteros são apedrejados e homossexuais são executados. Em que mundo isto não é evidência de um sistema de crenças intolerantes? Ao direcionar essas informações para censura, o Google está efetivamente se tornando compatível com a Sharia e se tornando apologista do que é claramente, por todos os padrões objetivos, o sistema de crenças mais violento e intolerante do planeta.

Escrito por Alex Jones. Traduzido e adaptado pelo Portal Conservador. Infowars.

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