Proposta de Subversão da Cultura Ocidental

O início da derrocada da direita e dos valores tradicionais no ocidente pode ser datada no ínicio dos anos 60. Porém tal base das reformas sociais não surgiu nessa década, e sim, várias décadas antes. Em 1923 o marxista alemão Carl Grünberg fundou com patrocínio do judeu Hermann Weil o Instituto de Pesquisa Social, um prédio anexado a Universidade de Frankfurt. Filósofos ‘criados’ na Escola de Frankfurt, como era conhecido o Instituto, propunhavam e conspiravam contra a cultura ocidental.

É por este motivo que a Federação Russa, que foi o antro do surgimento do leninismo-marxismo é um país mais conservador que o ocidente atual. O marxismo cultural no oriente definitivamente não tem espaço. Essas doutrinas foram criadas especialmente para o ocidente, é fruto de estudos e mais estudos da cultura predominante.

Através do Clube de Roma, uma entidade de fachada do Comitê dos 300 (um grande complexo governamental mundial) surge nos Estados Unidos o movimento hippie, totalmente empenhado em abalar e comprometer a moral norte-americana: um movimento de contra-cultura, ao qual seus integrantes se recusaram a participar da sociedade capitalista que caminhava para a modernidade, adotando um modo de vida excluso – tal como nômades. Esta postura resultou em centenas de jovens que criticavam os tradicionais valores socais da época, tendo inclusive, sendo opostos ao nacionalismo e combateram energicamente a presença americana no Vietnã.

O lema “Peace and Love” é lindo na teoria. Principalmente quando não se é explicado à que esta frase se refere. Os hippies, como são chamados estes coletivistas, pregavam a liberdade sexual, a anarquia e o uso de drogas ilícitas, posturas totalmente condenáveis pelas Igrejas cristãs.

Também nos anos 60, surge o feminismo (mais uma vez patrocinado e encorajado pelo Clube de Roma) e com ele a misandria moderna -e, pasmem, também o lesbianismo público. É fato que a misandria e o feminismo andam de mãos juntas, não por ora, elas começaram juntas. Valerie Jean Solanas, uma “ex-prostituta”, publicou em 1967 o SCUM Manifesto, cujo livro propõe que a sociedade vigente seria governada inteiramente por mulheres. A quantidade de homens seria limitada apenas para a sobrevivência da espécie: o assassinato de milhares destes tornaria-se necessário. O livro também tratou-se de uma crítica principalmente à família tradicional, ao capitalismo e ao governo de direito.

O que se vê atualmente na sociedade ocidental é o fruto direto destas propostas de contra-cultura. Quando-se torna necessário a tomada de poder por um grupo político, sem o uso das armas, é adotado uma estratégia de subversão cultural, no caso do ocidente: o gramscismo. Este método marxista, idealizado por Antônio Gramsci, e “produzido” quando ele estava preso, através da obra Cadernos do Cárcere, foi aceito por quase a totalidade (se não a totalidade) dos partidos de esquerda em todo o planeta, e consiste no controle da mídia e de todos os aparatos do Estado. Uma troca de uma cultura tradicional capitalista por uma cultura libertária comunista – apenas no “começo”, por assim dizer. O que se vê em países comunistas/socialistas são ditaduras sanguinárias em que todo o modo de vida da sociedade é diretamente controlada pelo governo em exercício. Não se tem diferença na prática entre um Hitler e um Josef Stalin.

Em 1964, com a declaração das reformas de bases em um comício na cidade do Rio de Janeiro, pretendida pelo presidente socialista João Goulart, o povo sai às ruas (bem nos moldes Diretas Já) exigindo à renúncia do presidente e o abandono desses ideais comunistas. A Marcha da Família com Deus pela Liberdade se mostrou suficiente: o golpe foi realizado com sucesso. É necessário informar mais uma vez que este golpe partiu do povo – e não do exército – tal como é mostrado em livros estudantis.

Essa derrota momentânea da esquerda brasileira serviu para acirrar os ânimos e para provocar conflitos armados. Surge desse modo com o governo militar, pequenos grupos guerrilheiros à la Che Guevara. A citar: MRN, de Leonel Brizola e Fidel Castro, POLOP, Aliança Libertadora Nacional de Carlos Marighella, COLINA, Var-Palmares – onde a atual presidente Dilma Rousseff fez parte, VPR, MOLIPO. O pior de tudo isso é acreditar que a esquerda lutava pela democracia. A esquerda lutava e luta (hoje o meio adotado é através da cultura) por uma ditadura, não uma “tecnocrata-militar”, mas sim uma comunista. Ainda é incorreto afirmar que é de fato um comunismo do proletariado. O operariado e as massas públicas não tem acesso ao poder.

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Dilma Rousseff não apenas participou do assalto em 1969 ao cofre do governador Adhemar de Barros (de São Paulo), como coordenou toda a ação. O assalto rendeu ao grupo a bagatela de US$ 2,400,000 dólares. Já na atualidade, a guerrilheira negou ter participado e inclusive teve direito à um ressarcimento financeiro pelo dano “a sua imagem” através da Secretaria de Direitos Humanos do estado do Rio de Janeiro. Visto que era impraticável a tomada de poder pela esquerda, as guerrilhas pouco-a-pouco foram se extinguindo ao ponto de nos anos 70 já não representarem ameaça. Ameaça armada, que fique claro.

Estes estudantes, alguns militares progressistas e militantes leninistas-marxistas que participaram das guerrilhas partiram então para outro campo – não o de combate e sim o campo intelectual -, com auxílio estrangeiro, para o domínio da mídia, da educação básica e da burocracia pública. Estes mesmos militantes se reuniram em torno de novos partidos reacionários de esquerda; enquanto que alguns controlam a mídia em sua plenitude, outros controlam o Estado. O controle da burocracia governamental por uma ideologia é chamado de “aparelhamento”, que acontece de fato no Brasil com a subida do Partido dos Trabalhadores. Não por ora, o nepotismo também está em alta – e os recentes casos de corrupção não me deixam mentir. O PT segue a cartilha gramscista desde 1990..

Como já dissera Paul Watson, “não interessa o que é verdade, só interessa o que as pessoas acreditam que é verdade”. Este é um lema não-declarado da esquerda política. Não importa os dados estatísticos, a versão real dos fatos e muito menos a natureza humana, o gramscismo altera a verdade, em um constante combate para relativizar e deturpar este termo. Não só a ‘verdade’, outros termos também sofreram deturpações. ‘Casamento’ se refere “à um vínculo estabelecido entre um homem e uma mulher” e não à qualquer pseudo-união entre pessoas do mesmo sexo, ou inclusive de diferentes espécies. Cômico, se não trágico.

E sim. A esquerda venceu deste lado do mundo. Casamento gay e lesbianismo, direitos exacerbados-misândricos às mulheres, cotas raciais, liberdade sexual, declínio da individualidade; do capitalismo; do direito romano, censura amarga dos meios de comunicação, destruição da meritocracia, declínio das igrejas cristãs, crescimento do ateísmo; do feminismo.

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