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MEC vai destinar quase R$ 8 milhões para promover o islã para crianças

BRASÍLIA, 25.04.2017 – Exposição quer mostrar o islamismo como “gerador de progresso”. Entre as dezenas de projetos temerários aprovados pelo governo Dilma Rousseff com captação pela via Lei Rouanet está a exposição “1001 Invenções: descobrindo o duradouro legado da civilização muçulmana”. A exposição, idealizada por uma organização da Inglaterra, já conseguiu R$ 7.825.451,58 e recebeu do Ministério da Cultura aprovação para que ocorra em São Paulo, no período de 29/08/2017 a 03/12/2017.

A justificativa do projeto, idealizado por Ahmed Salim, um jordaniano radicado em Londres, tem “a finalidade de descortinar esse passado (muçulmano) encoberto pelos acontecimentos atuais e pelo próprio modo como foi contada a história ocidental.” Entre as várias facetas da exposição está a exibição do documentário: “O que o mundo islâmico fez por nós”.

Curiosamente, a ideia da exposição foi criada pela empresa 1001 Inventions, responsável por enviá-la para várias cidades do Estados Unidos na era Obama e outras muitas na Europa. O projeto pinta o islã como o grande inventor e criador da civilização moderna na Idade Média. A mostra prevê a entrega de 115 mil cartilhas para os estudantes de 7 a 17 anos que visitarem o local. Inclui ainda verba para campanhas educativas com as escolas da cidade, visando “despertar o interesse do público, em especial os estudantes a respeito do tema central proposto”, no caso, o Islã.

O site Gospel Prime denunciou isso em meados de 2016. Mudou o governo, saiu Dilma, entrou Temer, mas o apoio estatal a essa forma sutil de doutrinação continua valendo. A subvenção da religião, é bom lembrar, é proibida pelo artigo 19 da Constituição Federal.

Esta semana, o Ministro da Cultura Roberto Freire fez uma defesa pública da ideia na redes sociais, chamando atenção novamente para o fato de que o governo não vê nada errado em promover, ainda que de forma indireta, a islamização.

A íntegra do projeto pode ser lida no site do Ministério da Cultura (aqui). Basta ir no menu Consultar, Projeto e colocar o número 1510875 no Pronac.

Publicado inicialmente em Gospel Prime.

Comentários

3 Comentários

  1. Ike disse:

    Fala sério, Roberto Freire….vc com certeza já ouviu falar de prioridades?

  2. Roseane dos santos disse:

    Bom dia.

    Sou totalmente contra a islamização em qualquer país, não sou xenofóbica, mas por que não existe cultura muçulmana , mas um modo de vida baseado em um único livro. Que alega que um homem pode violar uma criança de 8,9, 10 anos, mesmo sabendo que quase todas morrem ainda no leito, trata suas esposas com muita crueldade, alegando estar disciplinando-as, como se estivesse adestrando um animal de circo,entre outros motivos medonhos, a diferença entre o radical e moderado é que o segundo deixa q o outro mate. Se alguém é muçulmano ele segue o Alcorão, portanto no mínimo concorda mesmo q não face tudo q está escrito. A campanha só observa o lado cultural que não é bom o suficiente para encobrir o que Maomé escreveu naquele livro sanguinário. Se realmente fossem bons não seria necessário fazer campanhas. No Japão tem centenas de brasileiros vivendo lá, agora investiguem se é o mesmo com muçulmanos. Eles não são como os judeus, não é tão simples como o governo quer mostrar.

  3. Roseane dos santos disse:

    Sou totalmente contra a islamização em qualquer país, não sou xenofóbica, mas por que não existe cultura muçulmana , mas um modo de vida baseado em um único livro. Que alega que um homem pode violar uma criança de 8,9, 10 anos, mesmo sabendo que quase todas morrem ainda no leito, trata suas esposas com muita crueldade, alegando estar disciplinando-as, como se estivesse adestrando um animal de circo,entre outros motivos medonhos, a diferença entre o radical e moderado é que o segundo deixa q o outro mate. Se alguém é muçulmano ele segue o Alcorão, portanto no mínimo concorda mesmo q não face tudo q está escrito. A campanha só observa o lado cultural que não é bom o suficiente para encobrir o que Maomé escreveu naquele livro sanguinário. Se realmente fossem bons não seria necessário fazer campanhas. No Japão tem centenas de brasileiros vivendo lá, agora investiguem se é o mesmo com muçulmanos. Eles não são como os judeus, não é tão simples como o governo quer mostrar.

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